28 janeiro 2011

Pateta - Sr. Volante

Quem nunca assistiu os desenhos da turma do Mickey? Pelo menos eu e quem é de minha época gostava, abaixo um desenho do pateta em que ele se transforma quando entra dentro de seu automovel, passando de um cidadão exemplar para um motorista diabólico.

Esse video é ótimo para complementar treinamentos e palestras de direção.

Confira:

10 janeiro 2011

TRABALHOS EM ALTURA e LINHAS DE VIDA:

Sua importância ecaracterização

Consideradas EPCs – Equipamentos de Protecção Colectiva – e sistemas de implementação prioritária na área dos Trabalhos em Altura, as linhas de vida são, na maior parte dos casos, soluções consideradas complicadas, dispendiosas ou que atrasam e atrapalham a execução das tarefas dos trepadores.



Ora, esta questão não pode estar mais errada por parte dos empregadores ou dos responsáveis pela execução de Trabalhos em Altura, na medida em que as mesmas resolvem de forma clara, prática e segura as diferentes situações de perigo com as quais somos diariamente confrontados, apresentando-se até como a única situação possível para liminarmos ou reduzirmos o risco de queda em altura.

Para tal, torna-se necessário conhecer detalhadamente a tarefa a desempenhar, o ambiente e as condições de trabalho, as máquinas e as ferramentas a utilizar e as prioridades a introduzir para que o trabalho se realize sem qualquer risco de queda. Isto implica uma visita ao local e o levantamento das necessidades inerentes a fim de que se possa apresentar a solução mais apropriada e segura, pois o facto é que existe sempre uma solução técnica, desde que se conheçam bem as diferentes soluções que os fabricantes e especialistas nos colocam ao dispor.

Genericamente, podemos identificar as linhas de vida como Sistemas Colectivos contra Quedas em Altura e que, como o próprio nome indica, possibilitam a sua utilização por dois ou mais técnicos em simultâneo e cuja Normativa actualmente aplicável é a EN795.

Existem linhas de vida do tipo vertical ou horizontal, instaladas de forma fixa ou temporária e em relação às quais são ancorados os Equipamentos de Protecção Individual Anti-Queda, como bloqueadores automáticos, mosquetões, cintas e cordas. Nas linhas de vida verticais encontramos soluções técnicas e fixas do tipo cabo de aço galvanizado ou inox (preferencial) ou do tipo de calha ou carril de alumínio (mais comum), inox ou galvanizado. No que diz respeito às linhas de vida horizontais e fixas, existem mais soluções e que passam pela instalação de cabo de aço inox ou galvanizado,
cabo sintético (novidade) ou calha ou carril de alumínio, inox ou galvanizado, sendo que aqui deverá existir uma maior preocupação quanto à selecção do sistema mais apropriado, tendo em conta se pretendemos obter um simples Sistema de Travamento de Queda ou um Sistema de Posicionamento de Trabalho.

Para além disso, nas situações que envolvam a utilização de linhas de vida fixas, o facto de eventualmente “trabalharmos em suspensão” irá naturalmente implicar que a solução a adoptar será sempre a de carril ou calha, devido ao facto de não existir deformação deste EPC Anti-Queda.

Por último, e como alternativa, poderemos adoptar a instalação de linhas de vida temporárias que, tal como é identificado, são utilizadas durante o tempo de execução dos Trabalhos em Altura e com as diferenças que a seguir indicamos: verticalmente, são utilizadas cordas que permitem o posicionamento e a suspensão simultâneas, sendo que a sua utilização se limita a um técnico de cada vez; horizontalmente, são utilizadas cordas ou cintas que unicamente permitem o travamento da queda (sem posicionamento e/ou suspensão), sendo que a sua utilização pode ser realizada por mais do que um técnico em simultâneo, desde que não se encontrem no mesmo vão de dois pontos de fixação da linha de vida.

Daqui, facilmente se compreende que as soluções existem e que estão à nossa disposição, bastando para isso que haja vontade e cultura de segurança para adequarmos os Sistemas de Protecção Colectiva aos respectivos trabalhos em altura.

Já agora... vale a pena também pensarmos nisto!


Autor: Jorge Lozano


Veja alguns exemplos:


Movimentos horizontais
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Movimentos horizontais em barra
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Movimentos em escadas
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Movimentos em telhados
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Obs.: se quiser rever os flash é só clicar sobre cada um para repetir.

09 janeiro 2011

08 janeiro 2011

Energias Alternativas

Mais uma novidade no blog, são os chamados infográficos, é só clicar e aprender de forma interativa.

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Jogo da atenção no trânsito

Jogue, divirta-se e aprenda.

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A importancia do cinto de segurança

O cinto de segurança é um dispositivo de prevenção de danos físicos ao condutor do veículo. De acordo com o artigo 65 do código de trânsito brasileiro o cinto de segurança é de uso obrigatório para condutores e passageiros em todas as vias do território nacional.

O cinto de segurança é uma ferramenta simples que serve para proteger a vida e diminuir as conseqüências dos acidentes de trânsito. Ele impede, em casos de colisão, que o corpo humano se choque contra o volante, painel e para brisas, ou que seja projetado para fora do carro.

Mas, não só os motoristas devem usar o cinto de segurança, os passageiros também devem usá-lo, até mesmo quando ocupam o banco traseiro do veículo. Apesar de diversas campanhas de conscientização do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e dos Departamentos Estaduais de Trânsito (DETRAN’S), ainda existem muitas incidências do não uso do cinto pelos passageiros do banco traseiro dos veículos. 

A partir de uma simulação feita departamento de testes de uma das maiores montadoras de carro do país, se uma pessoa de 60 Kg for arremessada de uma carro com velocidade a 60 Km/h esse corpo fará uma colisão de uma tonelada aproximadamente, sendo impossível a não ocorrência de uma morte instantânea. Segundo o comandante da Companhia de Policiamento no Trânsito (CPTran), capitão Gilmar Santos, a campanha nacional para o uso do cinto surtiu efeito, mas, acrescentou que “Ainda falta muito para uma diminuição considerável do número de mortes no trânsito”, concluiu o capitão.

Apesar de no ano de no ano de 2008 o governo federal ter investido em campanhas de conscientização, os índices de mortes por falta do cinto de segurança ainda são altos. A campanha sobre o uso de cinto de segurança tem que ser constante para lembrar aos motoristas o uso desse dispositivo de prevenção de vidas.

Fonte: http://itabi.infonet.com.br/trocandoideias/?p=298
Autor: Nivaldo Candido

Abaixo link com um infográfio que mostra claramente como um cinto de segurança funciona e como é importante.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspx?action=getDetail&id=1273&product=&uf=1&local=1&section=infograficos&tipoflash=infografico 

Abaixo video exibido no Jornal Nacional (emissora Globo) com um simulador de situações onde se está usando o cinto de segurança.

07 janeiro 2011

Acidentes com içamento mecânico de cargas

Elevação mecânica de cargas é coisa séria, somente pessoal qualificado e treinado deve estar envolvido neste tipo de operação, além de procedimentos, plano de carga, equipamentos adequados e bem dimensionados, check lists, certificações dos equipamentos que garantam que os equipamentos atendam as especificações também são essenciais, mas muitas outras regras podem ser incluídas, rigorosidade é a peça fundamental que dará sustentação para o sucesso dessa atividade.

Vejam abaixo videos que demonstram a falta de regras básicas.







Programe já as atualizações para 2011


Fonte: Revista Proteção

CONFEA RECONHECE TECNÓLOGOS E COM ISSO OS CREAS DO BRASIL DEVEM SEGUIR

Para fins de organização da representação nos plenários dos Creas e da constituição das Câmaras Especializadas, o Confea definiu oito modalidades profissionais, abrigadas nos grupos da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. VEJAM ABAIXO:

Grupo Engenharia: modalidades Civil, Eletricista, Mecânica e Metalúrgica, Geologia e Minas, Química e Agrimensura; 
Grupo Arquitetura: modalidade Arquitetura; 
Grupo Agronomia: modalidade Agronomia.
 
Na seqüência, serão abordadas as características das profissões agrupadas em cada uma das modalidades, visto que uma das dificuldades encontradas pelo pessoal incumbido da fiscalização é identificar, de forma clara, onde atuam e quais atividades são privativas dos profissionais da Engenharia, da Arquitetura ou da Agronomia.

Modalidade Civil
 
Enquadram-se nesta modalidade os engenheiros ambientais, os engenheiros civis, os engenheiros de fortificação e construção, os engenheiros de operação (construção civil, construção de estradas, edificações e estradas), os engenheiros industriais (Civil), os engenheiros militares, os engenheiros rodoviários, os engenheiros sanitaristas, os engenheiros sanitaristas e ambientais, os engenheiros de infraestrutura aeronáutica, os engenheiros de produção (Civil), bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam na concepção e planejamento de diversos tipos de serviços e obras de construção civil, bem como nos estudos de sua viabilidade técnica e econômica. Exercem atividades relacionadas ao dimensionamento das construções, com a escolha e especificação de materiais de construção, além do acompanhamento técnico da execução de obras e serviços. Estudam e propõem soluções para as obras civis, tais como: edifícios e grandes edificações, estradas, pontes, viadutos, túneis, dentre outras. Incumbem-se das obras de infra-estrutura, como barragens, obras de contenção de encostas, obras de terra, bem como do planejamento de meios de transporte e de tráfego.
Atuam, também, no desenvolvimento de projetos e empreendimentos de sistemas de saneamento básico (água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem) e de pesquisa e gestão ambiental, visando preservar e restabelecer o meio ambiente sob modelos sustentáveis, tanto ecológica quanto economicamente.
 
Modalidade Eletricista
 
Inserem-se nesta modalidade os engenheiros eletricistas, os engenheiros de computação, os engenheiros de controle e automação, os engenheiros eletricistas modalidade eletrotécnica, os engenheiros eletricistas modalidade eletrônica, os engenheiros em eletrônica, os engenheiros em eletrotécnica, os engenheiros de transmissão, os engenheiros de computação, os engenheiros de comunicação, os engenheiros de telecomunicações, bem como os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam com sistemas computacionais, sistemas de comunicação e telecomunicações, eletrotécnica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) e eletrônica (computação, microeletrônica, circuitos integrados, controle e automação industrial) .
Atuam, também, realizando desde projetos de unidades simples de fontes de alimentação, para circuitos eletrônicos, até pesquisa de alta tecnologia, na área de microprocessadores utilizados em computação.
 
Modalidade Mecânica e Metalúrgica
 
Enquadram-se nesta modalidade os engenheiros mecânicos, os engenheiros metalurgistas, os engenheiros navais, os engenheiros mecânicos e de automóveis, os engenheiros mecânicos e de armamento, os engenheiros aeronáuticos, os engenheiros de infraestrutura aeronáutica, os engenheiros mecânicos, de automação e sistemas, os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam no planejamento e supervisão da produção e da utilização de máquinas e componentes mecânicos industriais, em processos de automação e produção de bens de capital e bens de consumo duráveis, na manutenção e na assistência técnica de máquinas, componentes e estruturas mecânicas industriais.
Atuam, ainda, no planejamento e na execução de projetos de produção de metais e ligas ferrosas, além do tratamento desses metais, visando aumentar sua resistência à corrosão. Atuam, também, no desenvolvimento de técnicas e de projetos que possibilitem a montagem, manutenção e reparo de embarcações, de seus equipamentos e suas instalações.
Participam na elaboração e execução de projetos aeronáuticos, preparam especificações, desenhos e técnicas de construção.
 
Modalidade Química
 
Integram esta modalidade os engenheiros químicos, os engenheiros de alimentos, os engenheiros de materiais, os engenheiros de petróleo, os engenheiros têxteis, os engenheiros de plástico, os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam em pesquisa, projeto, análise e operação dos processos onde a matéria sofre alteração de fase, de estado físico, de conteúdo energético ou de composição.
Atuam, também, na obtenção, definição, pesquisa e utilização de materiais, na criação de novos produtos, nos processos e nos sistemas de produção em escala industrial, nas áreas de energia e petroquímica, entre outras.
Na indústria alimentícia atuam na fabricação, na preservação, no armazenamento, no transporte e no consumo dos produtos, visando melhorar o padrão alimentar da população, bem como no controle de matérias primas, na produção, no processamento, no controle de qualidade, no gerenciamento e na análise da produção de alimentos.

Atuam no planejamento, na produção e na infraestrutura da indústria têxtil, participando de pesquisas, análises e experimentações em laboratórios têxteis, bem como no desenvolvimento de novos produtos.

Modalidade Geologia e Minas
Inserem-se nesta modalidade os engenheiros geólogos, os engenheiros de minas, os geólogos, os engenheiros de exploração e produção de petróleo, bem como os
tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, esses profissionais atuam em pesquisa, planejamento, prospecção e aproveitamento de recursos minerais. Estudam aspectos legais e de execução na área da pesquisa mineral, além de projetos de aproveitamento racional dos recursos minerais, incluindo sua extração e beneficiamento.
Realizam estudos relativos à ciência da terra, tais como: levantamentos geológicos, geoquímicos, geofísicos e geotécnicos.
Atuam, também, no estudo das características do interior e da superfície do planeta Terra, em várias escalas, compreendendo seus processos físicos, químicos e físico-químicos.

Modalidade Agrimensura
 
Enquadram-se nesta modalidade os agrimensores, engenheiros agrimensores, os engenheiros cartógrafos, os engenheiros de geodésia, os engenheiros em topografia rural, os engenheiros topógrafos, os engenheiros geógrafos, os geógrafos, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, esses profissionais analisam resultados das interações humanas com a natureza, com dados concretos do espaço geográfico, envolvendo questões sócioeconômicas, políticas e ambientais.

Atuam, ainda, em atividades tais como levantamentos topográficos, batimétricos, geodésicos, astronômicos, aerofotogramétricos, sensoriamento remoto, georreferenciamento de imóveis urbanos e rurais, e elaboração de cartas geográficas, dentre outras, que se inter-relacionam com diversos ramos da Engenharia.
Tal versatilidade evidencia-se pelo fato de que boa parte dos trabalhos que envolvam Engenharia, Arquitetura e Agronomia desenvolvem-se em função do conhecimento prévio da posição e de características do terreno no qual se assentam como, por exemplo: 
  • na Engenharia Civil atuam no levantamento planialtimétrico cadastral, demarcação de movimento de terra, de obras de terraplenagem, de açudes, de bacias hidrográficas, de portos, aeroportos, rios e canais, bem como na locação de fundações, de viadutos, pontes, estradas e estruturas;
     
  • na Arquitetura e Urbanismo colaboram com o levantamento planialtimétrico cadastral, utilizado como uma das peças iniciais na elaboração de um projeto arquitetônico, além do projeto geométrico de traçado de cidades e nos loteamentos e arruamentos;
     
  • na Engenharia Elétrica atuam no cadastramento das linhas de transmissão, na locação de torres, dentre outras; e
     
  • na Engenharia Industrial colaboram no assentamento de grandes máquinas, por exigirem grande precisão. 
Modalidade Arquitetura 

Enquadram-se nesta modalidade os arquitetos, os arquitetos e urbanistas, os engenheiros arquitetos, bem como os técnicos de nível médio desta área. De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam projetando ambientes adequados ao desenvolvimento das atividades humanas, procurando dar solução aos problemas de organização do espaço físico. Criam, projetam e organizam a construção de edificações residenciais, de serviços, comerciais e industriais, adequando-as ao meio ambiente e às condições culturais, sociais e econômicas de um determinado grupo social. 

Atuam, também, no planejamento, desenho e supervisão técnica de espaços por eles projetados. Planejam a construção considerando a finalidade da obra, seu tamanho e estilo, o material necessário e o custo provável, elaborando projeto, maquete e orçamento. 

Atuam, ainda, no desenvolvimento de estudos, planos e projetos que visam promover o crescimento e a revitalização harmoniosa das áreas urbanas, suburbanas e rurais, levando em consideração aspectos geográficos, sociais, econômicos e ambientais. Elaboram planos gerais objetivando a melhor utilização do espaço por parte de uma comunidade, definindo a localização de áreas residenciais, comerciais, industriais e recreativas. 

Modalidade Agronomia 

Integram esta modalidade os engenheiros agrônomos, os engenheiros florestais, os engenheiros agrícolas, os engenheiros de pesca, os meteorologistas, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área. De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam em todos os ramos das ciências agrárias, tanto em pesquisa quanto em ensino e extensão rural, além de atividades como, por exemplo, fitotecnia, zootecnia, conservação e manejo de solos, controle fitossanitário, nutrição de plantas e adubação, processamento e armazenamento de grãos e sementes, melhoramento animal e vegetal, meteorologia, climatologia e agrometeorologia, dentre outras. 

Atuam, também, no planejamento e no desenvolvimento de atividades técnico científicas relacionadas com implantação, manejo, conservação, exploração e utilização de florestas, produtos florestais e outros recursos naturais a elas associados, para fins industriais, comerciais, de conservações, paisagísticos e recreativos. 

Aplicam conhecimentos tecnológicos para a solução de problemas relacionados à produção rural, envolvendo energia, transporte, sistemas estruturais e equipamentos nas áreas de solo e água, construção e eletrificação rurais, máquinas e implementos agrícolas, processamento e armazenamento de produtos agrícolas e controle de poluição no meio rural. 

Atuam, ainda, no aproveitamento dos recursos naturais aquícolas, na cultura e na utilização das riquezas biológicas dos mares, lagos e cursos d'água, bem como no beneficiamento do pescado.

Fonte: CREADF

05 janeiro 2011

O TREINAMENTO - CONCEITOS E OBJETIVOS

O principal objetivo do treinamento é preparar os funcionários para a execução imediata das diversas tarefas que lhes são incumbidas dentro da organização, de forma eficiente e eficaz, desenvolvendo-os e proporcionando a eles oportunidades, visando ao seu crescimento horizontal e vertical nas diversas funções e não apenas em seus cargos atuais. O treinamento deve, ainda, criar clima satisfatório entre os empregados, mudando-lhes as atitudes, aumentando sua motivação e tornando-os mais receptivos às técnicas de supervisão e gerência. Em relação ao conteúdo do treinamento, podemos destacar:
a. Transmissão de informações: é considerado um fator principal dentro do treinamento; deverá ser genérica e que aborde conhecimentos do trabalho, tais como: informações da organização, seus produtos e serviços, suas políticas, regras e regulamentos, etc.

b. Desenvolvimento de habilidades: está diretamente relacionado ao desempenho do cargo atual ou de ocupações futuras; deve ser orientado diretamente para as tarefas e operações a serem executadas.
c. Desenvolvimento ou modificação de atitudes: é utilizado para mudar atitudes negativas para atitudes positivas, desenvolver o aumento da motivação, da sensibilidade do pessoal da gerência e de supervisão quanto ao sentimento e reações das outras pessoas. Envolve hábitos e atitudes, principalmente em relação a clientes ou usuários.
d. Desenvolvimento de conceitos: é utilizado para elevar o nível de abstração e de concepção de idéias e de filosofias, facilitando a aplicação de novos conceitos na área administrativa, nde se eleva o nível dos gerentes em termos globais e amplos. 
O treinamento é um processo de enriquecimento de habilidades, das quais se destacam :
• habilidades motoras: solicitadas na manipulação do ambiente físico e baseadas em padrões apropriados de respostas da musculatura corporal;
• habilidades cognitivas: que incluem a aquisição de padrões de atitudes e crenças;
• habilidades interpessoais: muitas vezes consideradas em termos de autoconsciência e de funcionamento eficaz dentro de processos sociais e interações humanas.
OBJETIVOS MENSURÁVEIS
• Treinar a força de venda para obter um aumento deflacionado das vendas.
• Aumentar o número de unidades/hora produzidas com o mesmo equipamento e pessoal empregados.
• Diminuir os custos operacionais e administrativos.
OBJETIVOS QUANTIFICADOS
• Modificação do comportamento profissional do treinando.
• Desenvolvimento do espírito de integração por parte da equipe de trabalho.
• Desenvolvimento das aptidões de liderança.